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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Blog Saúde.

Doença de Parkinson: Sintomas, causas e tratamentos
Comum entre os idosos, o Parkinson também
 pode aparecer precocemente
por volta dos 40 anos de idade
A doença de Parkinson, conhecida por
 comprometer a capacidade de se movimentar
ou locomover de muitos idosos, é uma doença neurológica,
 crônica e progressiva que atinge
 o sistema nervoso central. Sua causa está na morte de células
 do cérebro, principalmente
 da região
da substância negra, que produz dopamina,
 um neurotransmissor responsável pelo
 controle dos movimentos.
Apesar de mais comum em uma faixa
 etária avançada – acima de 60 anos –
 o Parkinson também pode aparecer precocemente
por volta dos 40 anos de idade.
 Por isso, é importante saber detectar os primeiros sinais da doença e procurar um
 médico assim que houver suspeita.
“No início, o paciente pode queixar-se de sensação
 de cansaço, principalmente
 ao final do dia, marcha mais lenta, maior tempo
 para executar tarefas do dia a dia,
 comprometimento da escrita ou surgimento de tremores.
Alguns pacientes podem apresentar, antes das
 manifestações motoras, quadros de depressão, distúrbios
 do sono e alteração do olfato”,
explica a neurologista Roberta Saba.
A especialista revela que, para ser diagnosticado com a doença
de Parkinson, é obrigatória a presença de bradicinesia
 (lentidão do movimento),
 pois, embora o tremor seja o sintoma mais associado ao
 Parkinson, não são todos
 os pacientes que o manifestam. Já a lentidão dos
 movimentos e rigidez estão
 presentes em todos os casos.
No entanto, com o avanço dos tratamentos para
a doença de Parkinson,
 hoje é possível manter a rotina de trabalho e lazer. “Não existe cura, mas
 há tratamento eficaz para o controle dos sintomas,
 melhorando a qualidade
 de vida dos pacientes. Há o tratamento medicamentoso
 e não medicamentoso
 e a associação dos dois deve ser considerada sempre.
O tratamento
não medicamentoso é feito através da fisioterapia, fonoterapia e,
se necessário, acompanhamento psicológico” comentou a Dra. Roberta.
Já o tratamento medicamentoso é realizado por meio de fármacos
que auxiliam na melhora dos sintomas motores
 parkinsonianos.
 Segundo a especialista, a escolha do medicamento
 depende da fase da
doença, se inicial, intermediária ou avançada, assim como da idade
do paciente e atividades diárias e profissionais destes indivíduos.
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