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domingo, 24 de maio de 2015

Importante Saber, ATENÇÃO.

O termo "Burnout" indica um estado de exaustão emocional
 causado por estresse devido às condições de trabalho
 e a fatores pessoais.

O termo apareceu pela primeira vez na área esportiva,
 em 1930, para indicar a incapacidade de um atleta que,
 depois de ter vivenciado momentos de sucesso, não conseguiu
 obter resultados adicionais ou manter o mesmo rendimento.

O assunto foi então retomado pela psiquiatra americana
 C. Maslach, em 1975, que utilizou a expressão para
 descrever uma síndrome cujo sintoma é, geralmente,
definido como exaustão emocional. Esse esgotamento
 está ligado ao contexto profissional e pode ser
 causado por uma série de sentimentos ou estados
 emotivos percebidos no dia a dia, como apatia,
 perda de entusiasmo, desmotivação, frustração,
insatisfação, intolerância, impaciência e sensação de fracasso.


Nos últimos anos, houve um aprofundamento
 nos estudos sobre essa forma de sofrimento
 psícologico, mas, ainda assim, reconhecer a
síndrome de burnout não é fácil.

Os sintomas da síndrome incluem geralmente
 três experiências que representam as dimensões
básicas do problema:
A primeira característica é a exaustão emocional
que é experimentada como uma aridez interior e pelo
 sentimento de não ter mais energia para trabalhar,
como uma sensação de impotência, tensão, impaciência,
 nervosismo, falta de motivação em relação às atividades
profissionais e até pela depressão.
A segunda característica típica do problema é chamada de
 despersonalização e corresponde a uma tendência de
 reagir de forma fria ou até mesmo cínico-agressiva
em relação ao próprio trabalho e às pessoas envolvidas.
 É um estado mental de distanciamento, de indiferença
ao próximo.
A terceira particularidade da Burnout é o sentimento
 de insatisfação profissional, resultando em falta
 de confiança nas próprias habilidades e competências,
em menos ambições de sucesso e de carreira e também
 em uma sensação de insatisfação e raiva. É uma
verdadeira mistura de sentimentos que desfavorecem a
 felicidade no trabalho e impede a pessoa de evoluir e aprender.
Fortalecer a inteligência emocional e o autoconhecimento
 é fundamental para melhorar e superar esses três aspectos,
 além de estimular a automotivação e a persistência
diante das decepções e frustrações, contribuindo para
crescer e melhorar constantemente.
Para isso, é preciso conscientizar-se de algumas ações
 importantes para impedir ou contornar o estado de sofrimento:
  • Estabelecer metas realistas e se comprometer
  •  para alcançá-las;
  • Não desanimar diante dos possíveis insucessos,
  • mas considerá-los transitórios e momentâneos;
  • Dedicar-se para aprimorar suas
  • competências, qualidades e profissionalismo;
  • Enfrentar as dificuldades e as situações de conflito
  •  sem se sentir esmagado por elas, mas procurando
  •  soluções e alternativas.
Com isso, podemos continuar no caminho da realização
 com maturidade e confiança para atingir os resultados
escolhidos, descobrindo que sempre existirá uma
nova perspectiva para enxergar a si mesmo e a realidade.
Eduardo Shinyashiki é palestrante, consultor
 organizacional, especialista em comportamento
humano e no desenvolvimento das Competências
 de Liderança e Preparação de Equipes.
Presidente da Sociedade Cre Ser Treinamentos,
 Eduardo também é escritor e autor de
 importantes livros como Transforme seus
Sonhos em Vida, da Editora Gente,
sua publicação mais recente. www.edushin.com.br.

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